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20 de mar. de 2012

Após lançar Mariana Ximenes e Ana Paula Arósio, SBT aposta na mineira Patrícia Barros

Estado de Minas
Lourival Ribeiro/SBT
Amanda (Patrícia Barros) e Eduardo (Flávio Tolezani) são os protagonistas de Corações feridos
Mineira da cidade de Itabira, aos 29 anos, Patrícia Barros se tornou a grande aposta do SBT, emissora que já lançou atrizes como Mariana Ximenes e Ana Paula Arósio. Ela protagoniza a novela Corações feridos, no papel da mocinha Amanda. A atriz concilia a carreira na televisão com a profissão de modelo, mas diz que se sente realizada quando está atuando.

 A novela de Irís Abravanel, com estreia inicialmente marcada para novembro de 2010, ficou na gaveta e só estreou no início deste ano. Patrícia conta que ficou ansiosa para ver seu trabalho em vídeo, mas que procurou não se abalar com o adiamento da exibição. “Foi um trabalho que realizei com muito amor e afinco, mas, se não está ao meu alcance, procuro não me abalar.”

Guerreira Durante as gravações de Corações feridos a atriz sofreu um acidente ao cair de um cavalo em uma das cenas, mas, mesmo com duas colunas fraturadas, não ficou muito tempo sem trabalhar. “Procurei encarar e deixar a frescura de lado. O acidente foi na sexta-feira, e na segunda-feira já estava gravando novamente”, conta.

 A carreira na televisão pode ser recente – antes de Corações feridos, ela tinha feito apenas uma participação em Malhação, em 2008 –, mas assim como sua irmã, a top Ana Beatriz Barros, Patrícia também é modelo desde a adolescência. Ao ser questionada sobre como conciliar uma profissão com a outra, a beldade afirma que é atuando que se realiza.

“Sempre priorizei o trabalho de atriz. Para ser uma modelo de sucesso é preciso morar no exterior. Morei fora do país por muitos anos, mas, no dia que peguei meu registro de atriz, passei a me dedicar muito. Atuando eu me realizo”, declara.

 Sobre ser comparada à irmã, Ana Beatriz Barros, Patrícia conta que é muito comum. Já sobre comentários de que uma é mais bonita que a outra, a atriz desdenha: “Não sei se falam com o intuito de agradar ou se é a beleza da minha família que incomoda tanto”.

 A gravação da novela do SBT já foi toda concluída, mas os planos de Patrícia continuam a mil e ela em breve poderá ser vista nos palcos. “Vou produzir e atuar na peça Covil da beleza, um texto maravilhoso do dramaturgo Eduardo Ruiz. E recentemente fui convidada para atuar em outro espetáculo, Escola de mulheres. Começaremos os ensaios em breve!”
Com 10 anos de carreira, Flávio Tolezani vive sua primeira experiência como protagonista na televisão. Em Corações feridos, ele interpreta Eduardo, um bonitão conquistador que aparece para descobrir o mistério da morte do irmão Rodrigo, personagem de Paulo Zulu. Acostumado a viver papéis de galã na televisão, Flávio não se vê como tal e acha que apenas vestiu a imagem que a TV criou.

 O ator esperou ansioso para ver o resultado do seu personagem no vídeo, uma vez que Corações feridos demorou muito para estrear. A novela, com texto de Irís Abravanel e inspirada no folhetim mexicano La mentira, teve sua estreia, inicialmente marcada para novembro de 2010,  adiada e ficou na gaveta por mais de um ano. Apesar da expectativa, Flávio considera que esse tempo deu uma esfriada no personagem e que, ao se ver hoje em cena, já não se reconhece mais.

 Acostumado ao trabalho no teatro, ele já fez outras participações na televisão. Em A favorita (2008), da Globo, interpretou Marcelo Fontini, assassinado após ser disputado por Donatela e Flora, papéis de Claudia Raia e Patrícia Pillar, respectivamente. Novamente como galã, Flávio também atuou na minissérie Divã, no papel de Luca, um rapaz que balançou os corações de Mercedes (Lília Cabral) e Tânia (Totia Meireles). Mais recentemente, dividiu a cena com Patrícia Pillar no episódio “A viúva do Maranhão”, de As brasileiras.

Em sua participação no programa Por toda a minha vida (2009), Flávio teve a chance de interpretar um ídolo. No especial sobre Cazuza, o ator viveu Ney Matogrosso, personagem que considerou um dos grandes desafios da carreira. O ator conta que aprendeu bastante com seus galãs na televisão, mas que ainda se sente mais confortável nos palcos.
Com os pés no chão 
Você começou sua carreira no teatro e está vivendo seu primeiro protagonista na TV. Como você encara esse desafio?
É bem diferente do teatro. Tenho 13 espetáculos na carreira e me sinto mais confortável nos palcos. É mais a minha casa. Nunca abri mão do teatro por causa da TV. Até a novela eu consegui conciliar com o teatro. A TV ainda me gera, em alguns momentos, uma insegurança ou desconforto de assistir a uma cena e pensar que poderia ter feito melhor. Isso é normal. Não temos muito tempo de preparo do e da cena.

Como foi a experiência de viver o primeiro protagonista?
É mais um trabalho, como qualquer outro. A diferença é que você grava todos os dias (risos). A intensidade do trabalho é o diferencial. A sua responsabilidade com a novela é muito grande. Gera um cansaço, mas, ao mesmo tempo, faz você entrar totalmente naquele trabalho e isso me agrada muito. Esse personagem e a novela foram o maior aprendizado na minha carreira na televisão.

Sandro Alencar/SBT
A novela teve sua estreia adiada por mais de um ano. Rolou aquela ansiedade para ver o trabalho em vídeo?
Rolou uma expectativa grande. O elenco todo ficou sabendo desse adiamento um pouco antes da data inicial de estreia. Acho que uns 10 ou 15 dias antes. Eu tinha muita vontade de ver meu trabalho no vídeo, não só por curiosidade, mas para fazer uma autocrítica e saber o que mudar. Quando chegou perto da estreia senti que deu uma esfriada natural, né? Eu me vejo hoje em cena e não me reconheço. Já sou outro!
Chegou a assistir a versão mexicana para construir seu personagem?
Nada. Eu não quis assistir. Achei que não deveria me influenciar por ele. A novela mexicana era de outro período, muito distante.

Eduardo é um justiceiro. O que você acha dessa busca dele para vingar o irmão?
Acho que é natural quando a gente tem um baque muito forte, como é o caso dele, que perdeu o único familiar. Ele perdeu o controle do que é politicamente correto. É normal ser levado a isso, mas considero que o Eduardo vai um pouco além do limite. Mas isso em uma novela pode (risos)! Na minha vida não iria tão longe, mas na trama cabe muito bem. Não é exagerado. Na rua escuto as pessoas que apoiam e outras que criticam. Tem os dois lados.
Como você vê o papel social das novelas? No caso de Corações feridos, ela trata de drogas, alcoolismo...
É muito importante esses temas sociais em novelas quando são bem discutidos e bem tratados. Na novela eu considero que é muito bem tratado. Não gosto quando vira uma jogada de marketing. 

Marcelo Fontini, em A favorita; Luca, em Divã; e agora Eduardo. Como você vê o fato de ser chamado para papéis de galã?
As pessoas estão erradas, né (risos)? Não me considero um galã, mas vejo que, na TV, diferentemente do teatro, o que importa bastante é o perfil do ator. Me vestem de um jeito e eu tenho que abraçar isso. Visto a imagem de galã que a TV criou, mas não me considero um. Isso é levado para a cabeça do telespectador. O que tem de comentário na rua de “Tá bonitão lá hoje, hein?!” (risos)...
Como foi viver Ney Matogrosso, em Por toda a minha vida?
Muito receio! O Ney é um grande ídolo pra mim. Quando recebi o convite, a primeira coisa que pensei foi que não tinha condições de viver “aquilo”. Foi o trabalho que fiz com mais insegurança, um dos grandes desafios da minha carreira… 

Há algum novo projeto em vista para a televisão?
Para a televisão, não. Tenho projeto para teatro. Vou estrear um novo espetáculo em junho, em São Paulo. A peça chama-se Pyroman, um texto irlandês. É um projeto que está um tempo na agulha já para acontecer. Tenho bastante vontade de trabalhar com cinema também. O que não aconteceu até hoje foi eu ter um tempo com o teatro para poder me dedicar a outros trabalhos. 

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