6 de mar. de 2011

WORLD FOLIA - Império de Casa Verde conta a história da cerveja


Carnavalesco diz que a bebida não vai ser mostrada de 'forma depreciativa'.
Escola é a última a desfilar pelo Grupo Especial em São Paulo.

Apreciada por milhões de pessoas, a cerveja vai fechar os desfiles do Grupo Especial de São Paulo. A Império de Casa Verde leva para o Anhembi a história da bebida que surgiu no Egito antigo. A escola da Zona Norte entra na avenida com 4.500 componentes distribuídos em 26 alas. “Queremos beber esse título e morder a lata e vamos comemorar com muita cerveja”, diz o carnavalesco Marco Aurélio Rufim, que guardou durante cinco anos o enredo “Samba sabor cerveja, admirada há milênios. A nova sensação nacional!”.
Escultura de Thor com cerca de 11 m vai estar em um dos carros alegóricos do Império de Casa Verde, que conta a história da cerveja em seu desfile (Foto: Rafael Italiani/G1)Escultura de Thor com cerca de 11 m vai estar em um dos carros alegóricos da escola da Zona Norte, que conta a história da cerveja em seu desfile (Foto: Rafael Italiani/G1)
O abre-alas deve mostrar a invenção da cerveja pelos egípcios. Na antiguidade, segundo o carnavalesco, a cerveja era uma bebida das classes mais humildes. A comissão de frente batizada de “Porre dos Deuses” deve exaltar as crenças da antiguidade. A Império de Casa Verde vai levar em um de seus carros um Thor, com mais de 11 metros, fazendo referência aos vikings e aos povos nórdicos que apreciavam a bebida.
A ala “A Pretinha Preferida do Rei” deve chamar a atenção de jurados e do público. De acordo com o carnavalesco, as fantasias lembram que o Dom João VI gostava de tomar cerveja preta. Também haverá referências ao futebol, ao churrasco e ao próprio carnaval durante o desfile da Império de Casa Verde.
Marco Aurélio Rufim quer "beber o título" este ano. Conscientização sobre o uso da bebida não vai estar presente na avenida (Foto: Rafael Italiani/G1)Marco Aurélio Rufim quer 'beber o título' este ano
(Foto: Rafael Italiani/G1)
Um outro setor do desfile vai falar sobre os cervejeiros alemães, que, segundo o carnavalesco, introduziram o hábito entre os brasileiros e popularizaram a cerveja clara. A bateria com 260 componentes do mestre Zoinho tem Gracyane Barbosa como rainha. Quem puxa o samba é o intérprete Carlos Júnior. Robson e Jacqueline formam o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira.
Desfile não vai ter bafômetro 
Segundo o carnavalesco, que viabilizou seu desfile graças ao patrocínio de uma fabricante de cervejas do interior, a escola “não vai mostrar a bebida de forma depreciativa”. Rufim afirma que “no carnaval pode tudo, mas não vamos levantar nenhuma bandeira".
FONTE: G1 - Carnaval

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